Suicídio - a falência da razão - Editora e Livraria EME - Livros Espiritas
Preço reduzido! Suicídio - a falência da razão Expandir

Suicídio - a falência da razão

Luiz Gonzaga Pinheiro Luiz Gonzaga Pinheiro

1880

Novo

Por qual razão alguém se acha com o direito de agredir a vida? Luiz Gonzaga Pinheiro analisa o suicídio sob diversos aspectos, sempre tentando desconstruir a ideia da sua prática, enfatizando o erro fatal que é a sua realização. Porque tudo na natureza conspira a favor da vida.

Mais detalhes

R$ 27,12

R$ 33,90

-20%

Cálculo do Frete

Aguardando CEP

Mais informações

O evangelho de Jesus é um hino à vida.

E a vida é o mais alto investimento de Deus na criação.

A vida é persistente. Uma vez criada, já faz parte da eternidade.

A vida é a realidade mais palpável e abundante no universo.

Devemos à vida uma admiração respeitosa, uma reverência sagrada, um cuidado delicado e vigilante a fim de que nada a perturbe.

Por isso, todo aquele que atenta contra ela, seja a sua ou a de outrem, comete um crime brutal contra as leis de amor instituídas por Deus.

Por qual razão alguém se acha com o direito de agredir a vida? Loucura? Desespero? Rebeldia?

Nesta obra, Luiz Gonzaga Pinheiro analisa o suicídio sob diversos aspectos, sempre tentando desconstruir a ideia da sua prática, enfatizando o erro fatal que é a sua realização.

Fugir da vida é simplesmente uma aventura impossível. Porque tudo na natureza conspira a favor da vida.

Características

Autor(a)Luiz Gonzaga Pinheiro
GêneroEstudo
EditoraEditora EME
Edição - Ano da EdiçãoEd1 –2018
I.S.B.N.9788595440463
Altura21
Largura14
Comprimento1.40
Número de Páginas216 p
IdiomaPortuguês

DOWNLOADS

Comentários

Nenhum comentário sobre este produto, ajude e seja o primeiro!

Escrever comentário

Suicídio - a falência da razão

Suicídio - a falência da razão

Por qual razão alguém se acha com o direito de agredir a vida? Luiz Gonzaga Pinheiro analisa o suicídio sob diversos aspectos, sempre tentando desconstruir a ideia da sua prática, enfatizando o erro fatal que é a sua realização. Porque tudo na natureza conspira a favor da vida.